sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Cinema colorido

(Sonekka e Zé Edu Camargo)

Clique para ouvir em RealPlayer com Marianna Leporace

E(add9)            G#7(#5)
Agora que a poeira baixou
C#m7 C#m6
ficou muito claro pra chorar
A(add9) E(add9)/G#
agora que a tristeza se foi
F#m7/11 E4 F#m7+/11
e há um vazio me enchendo feito um mar
A(add9) G#7(#5)
agora que as cores voltaram
C#m7 C#m6
no meu filme preto e branco
A(add9) E(add9)/G#
e a rua já não é um tormento
F#m7/11 E4 B7/11
e eu já não ando mais bebendo tanto

A(add9) G#7(#5)
Acho até que posso te ver
C#m7 B4
te encontrar num lugar qualquer
A(add9) E(add9)/G# B4/7 B7
e não tentar fugir , nem me esconder
A(add9) G#7(#5)
Acho até que eu posso dizer
C#m7 B4
olhando bem para você
A(add9) Am E(add9)
Olha eu estou aqui outra vez

E(add9) G#7(#5)
Agora que o inverno passou
C#m7 C#m6
Ficou muito claro o que é que há
A(add9) E(add9)/G#
se acabou o que é que tem
F#m7/11 E4 F#m7+/11
porque é que eu vou me acabar
A(add9) G#7(#5)
agora que as flores voltaram
C#m7 C#m6
eu faço um filme a cada vez
A(add9) E(add9)/G#
e ando pela rua tranqüilo
F#m7/11 E4 B7/11
lembrando com carinho de você

atendo água

(Sonekka, Gilvandro Filho e Zé Edu Camargo)

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Em Afogados, na Jaqueira
Na linha do tiro
Na Ilha do Leite
Na Ilha do Retiro Em Caixa d'água
No Cordeiro e nos aflitos
Na Santa casa
No Sítio dos Pintos

Tem neguim levando lata
Tem neguim lavando a égua
Tem neguim batendo água
Tem neguim bebendo dela

Em Casa Amarela, na Mangueira
Cajueiro
Na Tamarineira, no Curado
Cavaleiro
No bairro da Várzea
Por detrás do cemitério Arruda
Na Caixa d'Água
Bomba do Hemetério

Tem neguim levando lata
Tem neguim lavando a égua
Tem neguim batendo água
Tem neguim bebendo dela

Na Encruzilhada, no Cabanga
No Ibura
Brasília Teimosa ou na Imbiribeira
Hipódromo, Peixinhos
Vila Dois Carneiros
Arruda, Beberibe
Caxangá, Monteiro

Barra do Rio Grande

(Sonekka e Zé Edu)

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Carne cansada de sol
Pele curtida demais
Por andar sertão
Dia após dia após dia
Vida sozinha que só
Tempo perdido em depois
Por querer na mão
Cada estrela que caía
Doido de dar dó
Corri o mundo
Dedo em corda
Corda em voz
A voz de dor sem fim
Louco de andar só
Eu sorri muito
Vez em quando
Eu volto aqui
Só pra saber de mim
Onde o Rio Grande
Encontra o Velho Chico
É onde eu acabo
Encontro em mim
E ainda sigo

Segredo

(Sonekka e Zé Edu Camargo)

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Quis te dizer, como não sabia
Quis te contar o que não contaria
Nem ao meu melhor amigo
Nem mesmo ao pé do ouvido
Do criado mudo

Quis te dizer mas, não veio palavra
Eu Quis contar, mas deu uma trava
Era pra sair, te juro
mas fiz cara de abajur
E fiquei calado

Agora não tem jeito
O que não fiz está desfeito
Vou morrer com essa

Ficou preso na garganta
Já foi, não peça
Esqueci, esqueça...

terça-feira, 30 de outubro de 2007




Boa tarde!!


NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles,fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

Carlos Drummond de Andrade

CLIQUE NA IMAGEM DA BETTY BOOP

quarta-feira, 24 de outubro de 2007


Uma chance em mil J.Neto




De repente, quando menos se espera

O amor vai tocar você

Se no começo você não entender
É normal

Mas você vai se acostumar no final

Deixa acontecer, e você vai ver
Vale a pena tentar

Se o amor vem.

Não vem por acaso
É uma coisa além que faz surgir

Não é lenda não essa sensação

Que domina você


É questão de pele 

Se bate, não dá para esquecer 

Quando aparece uma chance em mil 

Você tem que pegar 

Não acontece duas vezes 

Se desta vez passar 

Se resistir até o fim 

Seu tempo acabou 

Sinto muito.  

Mas, assim é o amor